Terça-feira, 21 de Setembro de 2010
Vilarinho da Furna está de luto - XI

O Henrique Prereira dos Santos anda mesmo obcecado. Não se pode dizer uma
palavra sobre Vilarinho da Furna, que ele salta logo com insinuações de
baixo nível. E começa (continua) a não dizer coisa com coisa.
Limitei-me a fazer um elogio aos técnicos com quem a AFURNA tem trabalhado
na prevenção dos incêndios e lá vem ele: "Eu já tinha estranhado o custo
zero de oito euros por hectare..."
Alguma vez pode haver custo zero de oito euros do que quer que seja?
Parvoice.
Por outro lado, aconselho-o a não apostar "que pagaram também parte da
equipa técnica da Associação florestal", porque perde. É que a AFURNA pagou
integralmente à referida equipa. Tudo na mais estrita legalidade.
E não me venha com a demagogia dos contribuintes. Por acaso os antigos
habitantes de Vilarinho da Furna não são também contribuintes? E a própria
AFURNA, que até paga IMI (ex-Contribuição Autárquica) pela barragem de
Vilarinho da Furna, não é contribuinte?
Manuel Antunes

NB - Esta mensagem está escrita segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua
Portuguesa, exceto nas gralhas e citações.
----- Original Message -----
From: "Henrique Pereira dos Santos" <as1075017@sapo.pt>
To: "'Manuel Antunes'" <mantunes@mail.telepac.pt>; "'AMBIO'"
<ambio@uevora.pt>; "'Paulo Alexandre Martins Fernandes'" <pfern@utad.pt>
Sent: Tuesday, September 14, 2010 1:43 PM
Subject: RES: [ambio] RES: RES: Vilarinho da Furna está de luto

"Em Vilarinho da Furna, desde há dois anos a esta parte, temos trabalhado,
para os fogos controlados e limpeza de matos, com uma excelente equipa
(passe a publicidade) da Associação Florestal do Cávado, com a supervisão
dos extraordinários Técnicos do Parque Nacional da Peneda-Gerês."
Eu já tinha estranhado o custo zero de oito euros por hectare, mas tanto
quanto percebo custo zero quer dizer apenas custo zero para a AFURNA porque
pelos vistos os contribuintes pagaram o acompanhamento (os técnicos do PNPG,
parece que afinal o parque faz alguma coisa) e aposto que pagaram também
parte da equipa técnica da Associação florestal.
Não estou a dizer que discordo, bem pelo contrário, mas é apenas para
esclarecer como se chega a valores de limpeza de matos de oito euros por
hectare: socializando os custos e privatizando os proveitos.
henrique pereira dos santos



publicado por MA às 12:48
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